"Estudaram"um um grupo de estudantes de uma célebre universidade americana, as notas os conhecimentos e a capacidade intelectual ( não faço ideia como é que fizeram esta última, mas enfim...). Passados dez anos estudaram o mesmo grupo, mas aì o objectivo era outro, ou seja pretendiam saber o sucesso profissional dos ditos cujos ( o que nos states, e não só, quer quase sempre dizer, riqueza e estatuto, acumulados).
A conclusão é curiosa, ou talvez não. Os que auferiam melhores ordenados e tinham alcançado maior estatuto profissional e social não eram os que tinham concluído os cursos de forma mais brilhante mas... aqueles que tinham o que os estudiosos académicos designaram por, maior "inteligência emocional" ou "maiores aptidões relacionais" ou seja os "big boys (e girls) on campus".
Concluindo, o sucesso, na escala de valores capitalista, (o paradigma reinante), é mais dificil de ser alcançado pelos técnica e cientificamente mais competentes do que pelos que têm mais "jeito" para se relacionarem com os outros. Convém aqui realçar que o "jeito" neste contexto significa, maior capacidade para convencer os outros, fazer passar, ou vender, a "melhor imagem de si próprio", dar uma oportuna engraxadela aos superiores, "meter na ordem" no momento oportuno os subalternos, etc, etc e tal...
Que eu saiba, espécimes destes têm quase sempre uma de duas origens.
Os "meninos família", ou "bem nascidos", que têm que perpetuar os privilégios do clã, porque lhes concerne "naturalmente" esse "direito" e que, como tal, se comportam socialmente com uma sobranceria polida e envernizada, comportamento que desgraçadamente é do agrado de uma imensidão de pobres de espírito, e, last but not the least, uma autoconfiança à prova de bala, que é injectada pelos progenitores desde o berço independentemente dos méritos da cria, pois faz parte da "bagagem educacional". Uma certa dose de estupidez natural, auto inoculada é um excelente complemento a estas "qualidades" pois ajuda a reforçar a auto-estima e a dar um ar de solidez nas convicções.
A outra origem é a dos "fura-vidas", que vêm do "fundinho" da escada social e sobem por aì a cima com uma fúria e uma voracidade, que atropelam todo o desgraçado que se lhe atravessar pela frente. Chegados ao topo e conquistado o terreno para poderem alardear e praticar a arrogância e a prepotência que tanto invejam aos "bem nascidos", libertam o saco dos traumas e fazem miséria a sério (e a doer).
Poder-se-ão tirar diversas conclusões deste estudo, mas aquela que eu retenho é a que me permite vislumbrar melhor como se fabricam as elites nesta sociedade e compreender melhor porque é que há tanto filho da puta a mandar por esse mundo fora.
Ainda há um terceiro espécime a acrescentar aos dois atrás descritos. Os que conseguem fundir e sublimar as "virtudes" de ambos. Mas desses há muito, muito poucos... felizmente, UF!!!...
A conclusão é curiosa, ou talvez não. Os que auferiam melhores ordenados e tinham alcançado maior estatuto profissional e social não eram os que tinham concluído os cursos de forma mais brilhante mas... aqueles que tinham o que os estudiosos académicos designaram por, maior "inteligência emocional" ou "maiores aptidões relacionais" ou seja os "big boys (e girls) on campus".
Concluindo, o sucesso, na escala de valores capitalista, (o paradigma reinante), é mais dificil de ser alcançado pelos técnica e cientificamente mais competentes do que pelos que têm mais "jeito" para se relacionarem com os outros. Convém aqui realçar que o "jeito" neste contexto significa, maior capacidade para convencer os outros, fazer passar, ou vender, a "melhor imagem de si próprio", dar uma oportuna engraxadela aos superiores, "meter na ordem" no momento oportuno os subalternos, etc, etc e tal...
Que eu saiba, espécimes destes têm quase sempre uma de duas origens.
Os "meninos família", ou "bem nascidos", que têm que perpetuar os privilégios do clã, porque lhes concerne "naturalmente" esse "direito" e que, como tal, se comportam socialmente com uma sobranceria polida e envernizada, comportamento que desgraçadamente é do agrado de uma imensidão de pobres de espírito, e, last but not the least, uma autoconfiança à prova de bala, que é injectada pelos progenitores desde o berço independentemente dos méritos da cria, pois faz parte da "bagagem educacional". Uma certa dose de estupidez natural, auto inoculada é um excelente complemento a estas "qualidades" pois ajuda a reforçar a auto-estima e a dar um ar de solidez nas convicções.
A outra origem é a dos "fura-vidas", que vêm do "fundinho" da escada social e sobem por aì a cima com uma fúria e uma voracidade, que atropelam todo o desgraçado que se lhe atravessar pela frente. Chegados ao topo e conquistado o terreno para poderem alardear e praticar a arrogância e a prepotência que tanto invejam aos "bem nascidos", libertam o saco dos traumas e fazem miséria a sério (e a doer).
Poder-se-ão tirar diversas conclusões deste estudo, mas aquela que eu retenho é a que me permite vislumbrar melhor como se fabricam as elites nesta sociedade e compreender melhor porque é que há tanto filho da puta a mandar por esse mundo fora.
Ainda há um terceiro espécime a acrescentar aos dois atrás descritos. Os que conseguem fundir e sublimar as "virtudes" de ambos. Mas desses há muito, muito poucos... felizmente, UF!!!...
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