“Apenas existem duas coisas infinitas: o Universo e a Estupidez Humana; e quanto ao primeiro não tenho a certeza.”
Dizem que foi o Einstein que disse isto; não sei se é verdade ou mais um “mito urbano” (termo muito em moda), aliás, nem tenho a certeza de a frase ser mesmo assim. Mas, “se non é vero é bem trovato!” (ou seja lá como for que se diz isto em “intalianu”).
Basta olhar à volta para comprovar a veracidade da afirmação; em todos os níveis da sobrevivência humana nos contentamos com o mínimo possível e exultamos com o medíocre, se calhar também não sabemos mais…
Entregamos o nosso bem-estar emocional e o nosso orgulho a um bando de gajos em calções que ganham rios de dinheiro para chutar uma coisa redonda… e de tal forma lhes rendemos as nossas emoções que chegamos a “trocar” a saúde pelos seus momentos de glória; que nós pagamos em lágrimas e eles recebem em Euros.
Entregamos as nossas aspirações espirituais e éticas a sacerdotes concupiscentes e a fanáticos intransigentes que nos impõem a sua limitad(issím)a visão da vida como regra única, básica e iniludível para podermos prosseguir com a nossa vidinha triste de forma “correcta” (claro que em troca por Euros também…)
Entregamos também o bem-estar de toda uma sociedade a uma classe aparte que se dedica desde o berço a aprender os truques de bem dizer coisas doces e melosas para nos fazer sonhar com a (irreal) possibilidade de um futuro melhor. A estes seres entregamos tudo (e mais alguma coisa); gesto retribuído com a implantação de um sistema corrupto que lhes permite acumular Euros (os nossos, claro) e poder, dando-nos em troca… nada!
Realmente não sei se foi o Einstein que disse aquilo ou não, mas também não me interessa; que é verdade É!
Viv’ó Infinituuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!
Dizem que foi o Einstein que disse isto; não sei se é verdade ou mais um “mito urbano” (termo muito em moda), aliás, nem tenho a certeza de a frase ser mesmo assim. Mas, “se non é vero é bem trovato!” (ou seja lá como for que se diz isto em “intalianu”).
Basta olhar à volta para comprovar a veracidade da afirmação; em todos os níveis da sobrevivência humana nos contentamos com o mínimo possível e exultamos com o medíocre, se calhar também não sabemos mais…
Entregamos o nosso bem-estar emocional e o nosso orgulho a um bando de gajos em calções que ganham rios de dinheiro para chutar uma coisa redonda… e de tal forma lhes rendemos as nossas emoções que chegamos a “trocar” a saúde pelos seus momentos de glória; que nós pagamos em lágrimas e eles recebem em Euros.
Entregamos as nossas aspirações espirituais e éticas a sacerdotes concupiscentes e a fanáticos intransigentes que nos impõem a sua limitad(issím)a visão da vida como regra única, básica e iniludível para podermos prosseguir com a nossa vidinha triste de forma “correcta” (claro que em troca por Euros também…)
Entregamos também o bem-estar de toda uma sociedade a uma classe aparte que se dedica desde o berço a aprender os truques de bem dizer coisas doces e melosas para nos fazer sonhar com a (irreal) possibilidade de um futuro melhor. A estes seres entregamos tudo (e mais alguma coisa); gesto retribuído com a implantação de um sistema corrupto que lhes permite acumular Euros (os nossos, claro) e poder, dando-nos em troca… nada!
Realmente não sei se foi o Einstein que disse aquilo ou não, mas também não me interessa; que é verdade É!
Viv’ó Infinituuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!
Sem comentários:
Enviar um comentário